segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO E DA INFORMAÇÃO -7ºSemestre

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÀO , 60h

Ementa: Imbricamento, educação e tecnologias da comunicação e da informação: problematização da técnica e da tecnologia; elemento comum aos contextos didático-pedagógico escolar, comunicacional e informacional emergentes; ressignificação da didática e do currículo a partir da identificação, da vivência e da reflexão crítica sobre diferentes fazeres formativos e educativos; modos de elaboração de conhecimentos e comunidades epistêmicas. Os fundamentos tecnocientíficos da didática e do currículo escolares. Os fundamentos filosófico-antropológicos, tecnocientíficos, em uma perspectiva sócio histórica, das tecnologias de comunicação e informação, vistas enquanto potenciais transformadores da práxis educacional escolar, em geral, e da vivência didática e curricular, em especial. Problematização da formação do educador a partir dessa emergência contemporânea, comprometida com a superação de processos societário capitalistas e de sua matriz tecnocientíficos da modernidade.


Educação e Tecnologia da Comunicação e da Informação - disciplina ministrada nas quatro primeiras aulas de Quarta-feira, pela professora Rosângela Cruz Oliveira;

Estudamos nessa disciplina : Tecnologias e a sociedade contemporânea; As TIC e a prática pedagógica: ensino, aprendizagem, as possibilidades e uso; A prática docente em ambiente informatizado; O que são tecnologias? Como convivemos com as tecnologias?

Atividades avaliativas nessa disciplina:

1ª Unidade - Ensaio de Artigo (em dupla): Ciberespaço, a cidade e democracia eletrônica
2ª Unidade - As tecnologias e a prática pedagógica: possibilidades de ensinar e aprender

  3ª Unidade -  Atividades práticas do AVA
 
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LLÉVY, Pierre.Cibercultura/Pierre Lévy; tradução de Carlos Irineu  da Costa._São Paulo:Ed.34,1999. Cap.13:O ciberespaço, a cidade e a democracia eletrônica.p.189


Neste capítulo, Pierre Lévy questiona sobre o desenvolvimento do ciberespaço: se afeta o espaço urbano e a organização dos territórios? Que procedimento ativo, positivo, que tipos de projetos podem ser desenvolvidos para explorar da melhor forma possível os novos instrumentos de comunicação? Questiona ainda se o desenvolvimento desse ciberespaço ocasionaria, por outro lado, uma descentralização desses espaços metropolitanos. Nesse contexto, o autor afirma que esses problemas não interessam somente aos políticos, urbanistas e planejadores do território, dizem respeito principalmente aos cidadãos.
O autor afirma que as maiores adesões ao ciberespaço estão diretamente relacionadas aos espaços metropolitanos. E quanto a isso, ele questiona ainda, se o ciberespaço fomenta uma democracia eletrônica, valorizando as competências locais na troca de experiências. Ele  acredita que uma política voluntarista colocaria o ciberespaço a serviço de regiões menos desenvolvidas e serviria como um novo instrumental decisório para a população. “A verdadeira democracia consiste em encorajar (…) a expressão e a elaboração dos problemas das cidades pelos próprios cidadãos (…)”.
Pierre Lévy discute alguns itens na relação cidade-ciberespaço e o primeiro deles é a analogia feita entre as comunidades virtuais e territoriais. Usando o exemplo da cidade virtual de Amsterdã, aberta  para todos os outros serviços territoriais da Internet: World,Wide,Web,correio eletrônico etc., e também a comunidade encontra espaços de interatividade, Pierre Lévy afirma que são dois os motivos que mantém esse projeto: sensibilizar os dirigentes para as novas possibilidades das redes de conectividade; e dar “acesso a todos”, num esforço de compensação dos desequilíbrios entre ricos e pobres.
Para Lévy no entanto, essa relação cidade-ciberespaço é mal entendida. Pois, às vezes funciona apenas como uma versão representativa e não utiliza os reais recursos técnicos e de linguagem propiciados pelo ciberespaço. Cita o exemplo dos museus virtuais – “às vezes nada mais são do que catálogos ruins na Internet” – quando deveriam servir principalmente como espaços para maior interatividade e criação de obras coletivas. No geral, o autor defende que o ciberespaço não pode ser mera duplicação das instituições (“formas institucionais”), sob o discurso de “acesso para todos”, mas valorizar e compartilhar a inteligência nas comunidades conectadas.
Ele também acredita que – eis um segundo item na relação cidade-ciberespaço – o ciberespaço não substitui (ou troca) as funções das cidades físicas pela telepresença. “Quanto mais nos comunicamos mais nos deslocamos”. Ele não nega a existência de teletrabalhos, mas o desenvolvimento das telecomunicações evolui paralelo a um desenvolvimento dos transportes físicos. “O ciberespaço é efetivamente um potente fator de desconcentração e de deslocalização, mas nem por isso elimina os centros”, afirma. Ele defende que, ao invés de uma efetiva substituição, o ciberespaço torna os intermediários obsoletos, por aumentar nossa capacidade de intervenção direta.
Um terceiro ponto levantado por Lévy é a assimilação do ciberespaço como aparelho que faz parte da infra-estrutura urbana clássica. Um equipamento que serviria como fonte de lucro, como uma “auto-estrada da informação”, assim como a TV a cabo. Essa idéia é equivocada, segundo o autor, pois mascara o verdadeiro conteúdo do ciberespaço: não um novo mercado ou uma nova infra-estrutura técnica, mas um mecanismo de interação, ou melhor uma forma de usar os mecanismo digitais já existentes. Um espaço para a comunicação transversal e hipertextual, a partir da interatividade e de uma nova forma de usar a tecnologia já existente. Pierre Lévy quer dizer que ao defenderem o ciberespaço como uma nova infra-estrutura (“auto-estrada da informação”) encobre-se aí o movimento social da cibercultura.
De que forma se daria uma articulação entre a cidade e o ciberespaço? Esse é o quarto e último item observado pelo autor. “Nem simples analogia, nem substituição, nem assimilação…”. Ele propõe pensar os dois espaços – qualitativamente diferentes – de forma articulada (“articulação”). O do território e o da inteligência coletiva. Acesso para todos, por exemplo, não deverá ser o acesso ao equipamento, mas a poderes decisórios. O ciberespaço deverá servir como eliminador da lentidão institucional, onde poderá haver colaboração coletiva e contínua dos problemas (da cidade) e sua solução também cooperativa e concreta. “Escolher a inteligência coletiva não requer apenas uma mudança de funcionamento da cidade (ou das instituições), implica também que se organizem funções do ciberespaço especialmente concebidas dentro dessa perspectiva”, defende.
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TECNOLOGIA: Informática na Educação
A prática docente em ambiente informatizado: Recursos tecnológicos na Educação Infantil

          Informática na educação: significa a inserção do computador no  processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de educação(presencial, semipresencial e a distância).
          O professor da disciplina precisa ter conhecimento sobre os potenciais educacionais do computador e entendimento sobre a necessidade de alternar adequadamente atividades tradicionais de ensino aprendizagens com atividades que usam o computador.
          Atividades de uso do computador: Pode ser feita tanto para continuar transmitindo a informação para o aluno e, portanto, para reforçar o processo instrucionista. Potencializar as condições para o aluno construir seu conhecimento através de ambientes de aprendizagem que incorporem o uso do computador
          Ambientes de aprendizagens virtuais: jogos eletrônicos; blogs; e-mail’s; sites de pesquisas, de relacionamentos, etc.
          Desafios para o professor: Entender o computador como uma nova maneira de representar o conhecimento provocando um redimensionamento dos conceitos já conhecidos e possibilitando a busca e compreensão de novas ideias e valores. Usar o computador com essa finalidade, requer que o professor reflita sobre sua prática pedagógica e eleja uma forma de usar o computador capaz de propiciar mudanças no paradigma educacional.
          No instrucionismo, o professor comanda a máquina para ensinar. No construcionismo, o professor dialoga, interage, media. O computador é como uma máquina para ser ensinada e o aluno que programa o computador atua em um ambiente aberto, colocando-se por inteiro na atividade.
          O professor é responsável para criar um ambiente que estimule o pensar, que desafie o aluno a aprender e a construir conhecimento individualmente ou em parceria com os colegas, o que propicia o desenvolvimento da autoestima, do senso crítico e da liberdade responsável.
          Pelo exposto, a compreensão é fruto da interação do aluno com o objeto. O ambiente informatizado na perspectiva construcionista propõe ao aluno construir o seu conhecimento por meio das informações do mundo exterior. O professor assume o papel fundamental d3 auxiliar o aluno, de ser o facilitador da aprendizagem.
          Recursos tecnológicos: O Computador como ferramenta de apoio às práticas pedagógicas - Os recursos tecnológicos estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Os jovens estudantes vivendo em uma sociedade onde os tecnologias se fazem necessários, seja em casa manipulando o controle remoto da TV.
           O Objeto de Aprendizagem, enquanto recurso pedagógico, propicia uma participação ativa do aprendiz na construção e no seu desenvolvimento cognitivo.  Este recurso pode auxiliar o professor em sua ação docente, pois oferece diferentes ferramentas que servem de apoio ao processo de aprendizagem.
          A utilização de elementos multimídia, tais como simulações, imagens, textos, som, animações e vídeos, desempenham um papel importante na aquisição de conhecimento quando bem utilizadas. Estes podem ser considerados como recursos pedagógicos que permitem ao aluno acompanhar o conteúdo de acordo com o seu próprio ritmo, acessando facilmente a informação e se engajando de forma independente e autônoma num aprendizado por descoberta ou em um banco acessando o caixa eletrônico.
          A utilização dos recursos tecnológicos no âmbito escolar surge como proposta pedagógica que visa contribuir com o ensino e aprendizagem dos alunos. Com a implantação do laboratório de informática nas escolas, o computador surge como ferramenta pedagógica auxiliadora para os alunos.
          Ao utilizar o computador na educação é necessário definir sua função de maneira que o seu uso seja adequado em termos de conteúdo, metodologia e objetivos.


          O que são Tecnologias? Como convivemos com as tecnologias?

A tecnologia está em todo lugar, já faz parte de nossas vidas. Nossas atividades cotidianas mais comuns - como dormir, comer, trabalhar, ler, conversar, deslocarmo-nos para diferentes lugares e divertimo-nos - são possíveis graças as tecnologias a que temos acesso. As tecnologias estão tão próximas e presentes, que nem percebemos mais que não são coisas naturais. Tecnologias que resultaram por exemplo, em talheres, pratos, panelas, fogões, fornos, geladeiras, alimentos industrializados e muitos outros produtos, equipamentos e processos que foram planejados e construídos para podermos realizar a simples e fundamental tarefa que garante nossa sobrevivência:  a alimentação.
Ao conjunto de conhecimentos e princípios científicos que se aplicam ao planejamento, à construção e à ulilização de um equipamento em um determinado tipo de atividade nós chamamos de "tecnologia". Para construírem qualquer equipamento - seja uma caneta esferográfica ou um computador –, os homens precisam pesquisar, planejar e criar tecnologias.
Nas atividades cotidianas lidamos com vários tipos de tecnologias. Às maneiras, aos jeitos ou as habilidades especiais de lidar com cada tipo de tecnologia, para executar ou fazer algo, nós chamamos de técnicas. Algumas dessas técnicas são muito simples e de fácil aprendizado: são transmitidas de geração em geração e se incorporam aos costumes e hábitos sociais de um determinado grupo de pessoas. As técnicas de preparar determinados alimentos, por exemplo, variam muito entre os povos e identificam os hábitos culinários de uma determinada cultura.
Muitos dos equipamentos e produtos que utilizamos em nosso cotidiano não são notados como tecnologias. Alguns invadem nosso corpo, como próteses, alimentos e medicamentos. Óculos, dentaduras, comidas e bebidas industrializadas, vitaminas e outros tipos de medicamentos são produtos resultantes de sofisticadas tecnologias.
Tudo o que utilizamos em nossa  vida diária, pessoal e profissional – utensílios, livros, giz e apagador, papel, canetas, lápis, sabonetes, talheres... – são formas diferenciadas de ferramentas tecnológicas. Quando falamos da maneira como ulilizamos cada ferramenta para realizar determinada ação, referimo-nos à técnica. A tecnologia é o conjunto de tudo isso: as ferramentas e as técnicas que correspondem aos usos que lhes destinamos, em cada época. A cada época, uma tecnologia.
Existem outros tipos de tecnologias que vão além dos equipamentos. Em muitos casos, alguns espaços ou produtos são utilizados como suportes, para que as ações ocorram. Um exemplo: as chamadas “tecnologias da inteligência” (Levy 1993), construções internalizadas nos espaços da memória das pessoas e que foram criadas pelos homens para avançar no conhecimento e aprender mais. A linguagem oral, escrita e a linguagem digital (dos computadores) são exemplos  desse tipo de tecnologia.
Articuladas às tecnologias da inteligência, temos as “tecnologias de comunicação e informação” que, por meio de seus suportes (mídias, como o jornal, o rádio, a televisão...), realizam o acesso, a veiculação das informações e todas as demais formas de ação comunicativa, em todo o mundo.
Uma das características dessas novas tecnologias de informação e comunicação é que todas elas não se limitam aos seus suportes, ou seja, como Reeves e Nass (1996. p. 251)citados por  Kenski (2003) consideram, televisores, computadores e todos os novos suportes midiáticos são mais do que ferramentas". Continua a autora: em um exaustivo estudo sobre o comportamento das pessoas em relação às mídias, “esses dois pesquisadores observaram que elas tratam seus  televisores (e computadores) como pessoas ou lugares”. Televisores e computadores participam ativamente de nosso mundo natural e social, dizem os autores.
O computador pessoal "não é tratado de forma radicamente diferente da TV" Kenski(2003) apud Reeves e Nass (1996, p. 252), independentemente do tamanho, da capacidade, da idade ou do grau de sofisticação do equipamento. A humanização desses aparelhos é fruto da incorporação dos conteúdos midíaticos (sons, imagens, textos...) veiculados em forma de informações e comunicações aos seus atributos (de máquina).
As mídias podem despertar respostas emocionais (riso, lágrimas, choro...). exigir atenção, intimidar, influenciar a memória e mudar o conceito do que é natural, dizem esses autores.
As novas tecnologias de informação e comunicação, caracterizadas como midiáticas, são, portanto, mais do que simples suportes. Elas interferem em nosso modo de pensar, sentir, agir, de nos relacionarmos socialmente e adquirimos conhecimentos. Criam uma nova cultura e um novo, modelo de sociedade. Essa nova sociedade – essencialmente diferente da sociedade industrial que a antecedeu, baseada na produção e no consumo de produtos iguais, em massa – caracteriza-se pela personalização das interações com a informação e as ações comunicativas. As tecnologias de comunicação e informação invadem nosso cotidiano.
Antigamente as pessoas saíam às ruas ou ficavam à janela de suas casas para se informarem sobre o que estava acontecendo nas proximidades, na região e no mundo. A conversa com os vizinhos e os viajantes garantia a troca e a renovação das informações. Na atualidade, a “janela é a tela”, diz Virilio (1993. p. 62). Pela tela da televisão é possível saber de tudo o que está acontecendo em todos os cantos, desde as mais longínquas partes do mundo até nossas redondezas. Da nossa sala, por meio da televisão ou do computador, podemos saber a previsão do tempo e o movimento do trânsito, informamo-nos sobre as últimas notícias, músicas, os filmes e livros que fazem sucesso e muito mais. Podemos interagir com pessoas e instituições de todo o mundo.
As mídias, como tecnologias de comunicação e de informação, invadem o cotidiano das pessoas e passam a fazer parte dele. Para seus frequentes usuários, não são mais vistas como tecnologias, mas como complementos, como companhias, como continuação de seu espaço de vida.
Por meio do que é transmitido pela televisão, ou acessado pelo computador, as pessoas se comunicam, adquirem informações e transformam seus comportamentos. Tornam-se “teledependentes” ou “webdependentes” – consumidoras ativas, permanentes e acríticas do universo midiático.
As novas tecnologias da informação e da comunicação (TIC) articulam várias formas eletrônicas de armazenamento, tratamento e difusão da informação. Tornam-se “midiáticas” após a união da informática com as telecomunicações e o audiovisual. Geram produtos que tem como algumas de suas características a possibilidade de interação comunicativa e a Linguagem digital.
As tecnologias da comunicação evoluem  com muita rapidez. A todo instante novos produtos diferenciados e sofisticados – telefones celulares, fax. Softwares, vídeos, computador multimídia, Internet, televisão interativa, realidade virtual, videogames – são criados. Esses produtos, no entanto, não são acessíveis a todas as pessoas, pelos seus altos preços e necessidades de conhecimentos específicos para sua utilização.
         Para que todos possam ter informações que garantam a utilização confortável das novas tecnologias é preciso um grande esforço educacional geral. Como as tecnologias estão permanentemente em mudança, o estado permanentemente de aprendizagem é consequência natural do momento social e tecnológico que vivemos. O atual estágio dessa “sociedade tecnológica”, baseado nas possibilidades de articulação entre diferentes mídias para acesso a informação e comunicação, caracteriza-se também pela articulação global do mercado econômico mundial. Essas mudanças refletem, por sua vez, na organização e na natureza do trabalho, na produção e no consumo de bens.









KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. 2.ed.São Paulo: Papirus, 2003. p. 17 - 27.

LEVY, Pierre. As Tecnologias da inteligência. O futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.

REEVES, B. e NASS, C.  The media equation. How people treat computers, television and new media like real people and places. Stanford: CLSI, 1996.

VIRILIO, Paul. O espaço crítico. Rio de janeiro: Ed. 34, 1993.

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HISTÓRIA E CULTURA INDÍGENA :Textos e Atividades

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I



TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I, 60h

Ementa: O trabalho monográfico, construção e integração com os estudos de Pesquisa e Educação, Práticas Pedagógicas e atividades de Estágio Supervisionado. Orientação direcionada ao acompanhamento da redação final do trabalho de monografia de conclusão de curso. Observação das normas técnicas recomendadas pela ABNT. Recomendações quanto ao estilo de redação. Acompanhamento permanente de um professor pesquisador.

Trabalho de Conclusão de Curso I - disciplina ministrada nas quatro últimas aulas de Terça-feira, pelo professor Hernani Borges de Barros Pereira. 

Estudamos nessa disciplina : Os pressupostos teóricos e epistemológicos da investigação científica; O planejamento do Projeto de Pesquisa; A estrutura da Monografia; As normas da pesquisa; Abordagens Metodológicas de Pesquisa; Quadro de Pesquisa; Métodos de Pesquisa;


Atividades avaliativas nessa disciplina:

1ª Unidade - planejamento do Projeto de Pesquisa -TCC1
2ª Unidade - apresentação do Quadro de Pesquisa
3ª Unidade - apresentação do TCC1.

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O planejamento do Projeto de Pesquisa: TCC1

-   A escolha do tema e a delimitação do problema.
-   Construção dos objetivos e das questões mobilizadoras da pesquisa.
- Revisão literária. Avaliação das fontes de consulta. O uso das referências e dos documentos bibliográficos. Construção do marco teórico.
-   Definição da metodologia. Coleta de dados  e o tratamento analítico.
-  Projeto monográfico ou ensaio.


A estrutura da Monografia:

Introdução - contextualização contendo a justificativa, objetivos, delimitação do problema, descrição da metodologia, citação do referencia teórico e a estrutura dos capítulos.

Corpo da monografia - contextualização contendo a definição do problema, apresentação, exposição e discussão do referencial teórico e dos dados que fundamentam a explicação do problema. O uso das citações, dos argumentos e dos dados na fundamentação teórica e na demonstração dos resultados. A organização das divisões do corpo da monografia.

Conclusão - retomada do problema de investigação e apresentação dos resultados finais; apresentação das limitações da investigação e das novas dúvidas levantadas.


As normas da pesquisa:

Normas da ABNT relacionadas à apresentação do Projeto de Pesquisa: citações e referências bibliográficas, notas de rodapé, apresentação de gráficos e tabelas, referências e outras.


Abordagens Metodológicas:

     Abordagens de pesquisa: Qualitativa e Quantitativa

 
- Pesquisa Qualitativa - considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números.

A interpretação dos fenômenos e a atribuição dos significados são básicas no processo de pesquisa qualitativa.

Não requer o uso de métodos e técnicas estatísticas.

O ambiente natural é a fonte direta para coleta de dados e o pesquisador é o instrumento-chave.

É descritiva.  Os pesquisadores tendem a analisar os dados indutivamente.

A origem é nas Ciências Naturais e Ciências Sociais.

Tem o propósito de investigar fenômenos sociais e culturais.

Exemplos de métodos qualitativos  são: pesquisa ação, teoria fundamentada em dados: observação, observação participante, entrevistas, questionários, documentos, impressões e reações do pesquisador.

Tem como motivação a habilidade de falar.

Propósito dos métodos qualitativos - ajudar no entendimento das pessoas e dos contextos sociais e culturais dentro dos quais elas estão inseridas.

- Pesquisa Quantitativa - considera que tudo pode ser quantificável, o que significa traduzir em números opiniões e informações para classificá-las e analisá-las.

Requer o uso de  recursos e técnicas estatísticas (percentagem, média, moda, mediana, desvio-padrão, coeficiente de correlação, análise de regressão, etc.).


A origem é nas Ciências Naturais.

Tem o propósito  de investigar fenômenos naturais.

Exemplos de métodos quantitativos - métodos de inspeção (Survey*), experimentos de laboratório, métodos formais (e.g. econometria) e métodos numéricos.

*Survey pode significar questionário aplicado pessoalmente, por correio, por meios digitais, etc.


METODOLOGIA E MÉTODOS DE PESQUISA

A metodologia é, por conseguinte a perspectiva a partir da qual o pesquisador decide estudar um objeto.

 
Escolher um método é também adotar uma perspectiva - paradigma - de acordo com qual objeto de estudo pode melhor ser observado em toda a sua magnitude.


Métodos de pesquisa: estudo de caso, pesquisa-ação, pesquisa participante, etnografia, teoria fundamentada em dados.
 
Estudo de Caso - quando envolve o estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira que se permita o seu amplo e detalhado conhecimento. O estudo de caso responde às perguntas: Como? e Por quê?

Pesquisa-ação - quando concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo.

Pesquisa participante - quando se desenvolve a partir da  interação entre pesquisadores e membro das situações investigadas.

  

QUADRO METODOLÓGICO

1. JUSTIFICAR a escolha metodológica, porque esta escolha permite uma melhor resposta ao problema, às perguntas e/ou ao objetivo da pesquisa.

2. INDICAR o método retido - fenomenologia, estudo de caso, teorização ancorada, etnografia e JUSTIFICAR sua escolha pelo objetivo da pesquisa e levantamento bibliográfico.

3. APRESENTAR a posição ou a experiência do pesquisador(a) - na medida em que as interpretações que serão feitas podem ter sido influenciadas por ela.


4. INDICAR o procedimento que será seguido para identificar o meio e o acesso aos participantes-depoentes, entrevistados, etc. Assegurar-se da confidencialidade dos dados colhidos e SOLICITAR aprovação do Comitê de Ética da Instituição.


5. DEFINIR o meio onde far-se-á a pesquisa, participantes, características e número; circunstâncias e processo, interação, participantes/circunstâncias; onde os participantes serão observados.


6. APRESENTAR os instrumentos - entrevista, observação, questionário, análise de documentos escritos ou materiais audiovisuais adotados e JUSTIFICAR a sua permanência.


7. DEFINIR o procedimento de análise de dados em relação ao método escolhido.
                                     
8. APRESENTAR as estratégias de validade interna da pesquisa.

9. APRESENTAR os limites da metodologia adotada.

PONTO DE  VISTA DA NATUREZA DA PESQUISA

1. Pesquisa EXPLORATÓRIA - realizada em área na qual há pouco conhecimento acumulado e sistematizado.

2. Pesquisa DESCRITIVA -  expõe características de determinada população ou fenômeno.

3. Pesquisa  EXPLICATIVA - identifica os fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a razão, o “por que” das coisas.

4. Pesquisa Participante - quando se desenvolve a partir da interação entre pesquisadores e membros das situações investigadas.

5. Pesquisa QUANTITATIVA - emprego da quantificação na coleta dos dados e no tratamento deles, por meio do tratamento estatístico.

6. Pesquisa QUALITATIVA - a coleta e análise dos dados não é baseada na quantificação; ela analisa e descreve o fenômeno em sua forma complexa.

7. Pesquisa QUANTI-QUALITATIVA - articula as dimensões  quantitativa e qualitativa.

8. Pesquisa BIBLIOGRÁFICA -  é uma etapa fundamental em todo trabalho científico e fornece o embasamento do trabalho. Consiste no levantamento, seleção, fichamento e arquivamento de informações relacionadas à pesquisa àlivros, revistas, jornais, teses, dissertações, anais, etc. Em qualquer meio impresso, internet, CD, filme... A Pesquisa Bibliográfica é imprescindível antes de todo e qualquer trabalho científico fazer uma pesquisa bibliográfica exaustiva sobre o tema em questão.

INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS

Questionário - garante o anonimato; padronização de dados; tempo para respostas; facilidade de computação de dados; inviabilidade de conferência de dúvidas; margem a respostas padronizadas; restrito a pessoas que dominam a leitura; passível de interpretações dúbias.

Também chamado de survey (pesquisa ampla), o questionário é um dos procedimentos mais utilizados para obter informações. É uma técnica de custo razoável, apresenta as mesmas questões para todas as pessoas, pode conter questões para atender a finalidades específicas de uma pesquisa.

Aplicada criteriosamente, esta técnica apresenta elevada confiabilidade. Podem ser desenvolvidos para medir atitudes, opiniões, comportamento, circunstâncias da vida do cidadão, e outras questões. Quanto à aplicação, os questionários fazem uso de materiais simples como lápis, papel, formulários, etc. Podem ser aplicados individualmente ou em grupos, por telefone, ou mesmo pelo correio. Pode incluir questões abertas, fechadas, de múltipla escolha, de resposta numérica, ou do tipo sim ou não.


Entrevista - pode ser feita em qualquer lugar; dinâmica; fácil de esclarecimentos; pode ser aplicada a qualquer pessoa; maior tempo para aplicação; sujeito às interferências do entrevistado; não garante o anonimato do entrevistado; requer treinamento ou aprendizado.

É um método flexível de obtenção de informações qualitativas sobre um projeto. Este método requer um bom planejamento prévio e habilidade do entrevistador  para seguir um roteiro de questionário, com possibilidades  de introduzir variações que se fizerem necessárias durante sua aplicação. Em geral, a aplicação de uma entrevista requer um tempo maior do que o de respostas a questionários. Por isso seu custo pode se relevado, se o número de pessoas a serem entrevistadas for muito grande.

Em contrapartida, a entrevista pode fornecer uma quantidade de informações muito maior do que o questionário. Um dos requisitos para aplicação desta técnica é que o entrevistador possua as habilidades para conduzir o processo. Boas questões e um entrevistador sem habilidades, não fazem uma boa entrevista.

Observação Direta - Este método de coleta de dados baseia-se na atuação de observadores treinados para obter determinados tipos de informações sobre resultados, processos, impactos, etc. Requer um sistema de pontuação muito bem preparado e definido, treinamento adequado dos observadores, supervisão durante aplicação e procedimentos de verificação periódica para determinara qualidade das medidas realizadas. Observações realizadas em fases iniciais de um projeto ou mesmo antes de seu início podem ser de caráter não estruturado, ou seja, realizadas de maneira informal.

Uma das vantagens desta técnica é que o pesquisador não precisa se preocupar com as limitações das pessoas em responder às questões. Entretanto, é um procedimento de custo elevado e difícil de ser conduzido de forma confiável, principalmente quando se trata da obtenção de dados sobre comportamentos que envolvem alguma complexidade. Outro ponto a considerar é o problema da interferência do pesquisador (observador) no comportamento do observado. Além disto, requer um intenso treinamento do observador.

Registro Institucional - Uma das primeiras fontes de informação a serem consideradas é a existência de registros na própria organização, sob a forma de documentos, fichas, relatórios ou arquivos em computador. O uso de registros e documentos já disponíveis reduz tempo e custo de pesquisas para avaliação. Além disto, esta informação é estável e não depende de uma forma específica para ser coletada. Deve ser observado que, na maioria das vezes, já existe uma grande quantidade de informação nas organizações e cujo uso para fins de avaliação tem sido muito pouco efetivo.

Dependendo do desenvolvimento da cultura organizacional, da estrutura e funcionamento dos sistemas de informação existentes na instituição, pode haver alguma dificuldade com esta técnica, pois: (i) nem todos os dados estão completos (por exemplo: registros de 2 anos atrás não estão completos); (ii) os dados disponíveis estão excessivamente agregados, dificultando seu uso; (iii) mudanças de padrões com o tempo inviabilizam a comparação entre dados obtidos em épocas diferentes e (iv) Dados só são disponíveis para uso confidencial.

Grupo Focal - Um grupo focal (GF) é um grupo de discussão informal e de tamanho reduzido (até 12 pessoas), com o propósito de obter informação qualitativa em profundidade. As pessoas são convidadas para participar da discussão sobre determinado assunto.

Normalmente, os participantes possuem alguma característica em comum. Por exemplo: compartilham das mesmas características demográficas tais como nível de escolaridade, condição social, ou são todos funcionários do mesmo setor do serviço público. 

Os participantes de um GF são incentivados a conversar entre si, trocando suas experiências, relatando suas necessidades, observações, preferências, etc. A conversação é conduzida por um moderador, cuja regra central é incentivar a interação entre os participantes. O moderador incentiva a participação de todos, evitando que um ou outro tenha predomínio sobre os demais, e conduz a discussão de modo que esta se mantenha dentro do(s) tópico(s) de interesse.
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QUADRO DE PESQUISA PARA O TCC1

TÍTULO: ( Tema do TCC)
 Educação Continuada na formação das pessoas a partir de 40 anos que cursam pedagogia na UNEB / Campus I: Análise de seus motivos.

CRENÇA: (No que acredita para fazer esse trabalho)
A Educação transforma o homem.

AXIOMA(S): (Uma acertiva, não é necessário comprovar a veracidade)
A história de vida de pessoas com mais de 40 anos que voltam a estudar numa universidade, determina uma educação continuada que abre novos caminhos para o conhecimento.

HIPÓTESE(S): (O que se espera da pesquisa)
H1 - Essas pessoas são motivadas porque querem atuar como pedagogos;
H2 -Essas pessoas são motivadas porque querem se aperfeiçoar a sua formação de Magistério.

QUESTÃO-PROBLEMA: (O que inquieta e problematiza a pesquisa)
Quais os motivos que levam pessoas de mais de 40 anos a retornar aos estudos numa universidade e optar pelo curso de Pedagogia?

OBJETIVO GERAL: (O que se pretende alcançar com a pesquisa)
Identificar os motivos que levam pessoas de mais de 40 anos a retornar aos estudos numa universidade e optar pelo-* curso de Pedagogia.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS: (Descrição detalhada do objetivo geral)
Descrever o perfil social das pessoas com mais de 40 anos no curso de Pedagogia da UNEB;
Relatar os motivos que levam as pessoas com mais de 40 anos a ingressarem no curso de pedagogia na UNEB.

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TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
ANÁLISE DAs motivações para formação superior de pessoas a partir de 40 anos: no curso de Pedagogia na Universidade do Estado da Bahia - UNEB/Campus I.

Celeste Maria Fonseca Menezes*

1  INTRODUÇÃO

         Este projeto de trabalho consiste no estudo de dados referentes ao tema acima apresentado   e terá como objeto de estudo alunos(as) a partir de 40 anos, que compõem o curso de Pedagogia, do Departamento de Educação - Campus I, da UNEB.
         Sabemos que, atualmente, com o avanço da tecnologia tudo muda,  muito rápido, e as pessoas são obrigadas a acompanharem essa mudança: mudança de função, de emprego, e até mesmo, de ramo do trabalho. Para isso, as pessoas precisam se aperfeiçoar e aprimorar seus conhecimentos, ir à busca de melhorias.
          Aqui entra a educação e o desafio da educação é preparar essas pessoas para uma nova realidade de vida, despertando-lhes um olhar crítico sobre o que acontece no mundo, criando o desejo de  aumentar seus conhecimentos, seguir novos rumos, acreditar em si.
          A crença é um estado mental em que o ser humano acredita em algo ou alguém. É a convicção profunda sobre determinado fato ou acontecimento. O ser humano precisa ter no que acreditar. É uma perspectiva em que  ele procura acreditar em algo que lhe dê prazer e não lhe cause desconforto ou decepções.
         Nesse sentido, a realidade que vivemos é de custo-benefício, em que fazemos algo que nos dê vantagem. A credibilidade e a confiança são fatores que nos dão segurança no caminho que precisamos trilhar. Portanto, a crença para a elaboração desse trabalho é a concepção de que a educação transforma o homem em transformador do mundo. A educação é específica do ser humano, só existe nele e para ele.

  1.1 TEMA
         
          Dentro desse contexto, o tema a ser trabalhado é “Análise das motivações na formação de pessoas a partir de 40 anos: no curso de Pedagogia na Universidade do Estado da Bahia - UNEB/Campus I.

    1.2  QUESTÃO-PROBLEMA
         
          Nesse contexto, foi delineada a seguinte questão-problema: Quais os motivos que levaram  pessoas a partir de 40 anos a optarem pelo curso de Pedagogia na Universidade do Estado da Bahia - UNEB/Campus I?



   1.3  OBJETIVOS
           1.3.1 Objetivo Geral

           Esse projeto de trabalho tem como objetivo geral identificar os motivos que levaram as pessoas  com idade a partir de 40 anos retornarem aos estudos no curso superior de Pedagogia.

           1.3.2 Objetivos Específicos

          Esse trabalho tem ainda como objetivoS especificoS  identificar o perfil social, desses alunos, bem como, descrever os fatores de ordem pessoal, social e profissional que contribuíram para o ingresso dessas pessoas no curso supracitado.
 
 1.4  JUSTIFICATIVA

          Justifica-se a realização desse trabalho, por acreditar na necessidade, no interesse das pessoas em querer mudar o seu cenário de vida, ampliar seus horizontes, com aprendizagens e melhores condições, qualificando-se pessoal, profissional e científico, enfim, uma nova realidade de vida.
         
   1.5 HIPÓTESE

          Partimos da hipótese que  fatores de ordem pessoaL social e profissional contribuem para o ingresso dessas pessoas com idade a partir de 40 anos, no curso de Pedagogia, da Universidade do Estado da Bahia - UNEB, campus I.

2  METODOLOGIA

          Quanto à metodologia, para o estudo do tema, será utilizada a abordagem qualitativa complementada de dados quantitativos que surgiram nesse primeiro momento da pesquisa. Foi solicitada por meio de um requerimento, à Secretaria Acadêmica do Departamento de Educação, Campus I, uma lista com os nomes dos estudantes com idade a partir de 40 anos matriculados na UNEB, porém, as informações concedidas se limitavam apenas a dados quantitativos.
          Contudo, a pesquisa será desenvolvida predominantemente qualitativa, a qual terá como principal fonte de dados, os relatos e história de vida social e escolar coletadas durante as entrevistas.
         Para coleta de informações será utilizada a entrevista, com o auxílio de um roteiro preliminar contendo dados de identificação fictícia, faixa etária, nível sócio-cultural-econômico e perspectiva sobre o curso de pedagogia da UNEB e mais oito questões relacionadas à história de vida escolar de cada pessoa entrevistada.


3  REFERENCIAL TEÓRICO

          Para o desenvolvimento desse projeto, um levantamento bibliográfico é necessário, pois requer a leitura de autores da metodologia científica, no que se refere à abordagem de pesquisa, à técnica,  ao instrumento e ao tipo de pesquisa a serem utilizados no trabalho, como também teóricos que defendem a história de vida, a história da educação, a educação continuada e outros conceitos inerentes ao tema desse projeto.
         
          Sendo assim, serão consultados para o desenvolvimento desse projeto, teóricos como: Antonio CHIZZOTTI. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais (2008); Antonio Carlos GIL. Métodos e técnicas de pesquisa social(1999);Antonio Carlos GIL. Como elaborar projetos de pesquisa (2002);Menga Lüdke  e Marli André. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas (1986); Roberto J. RICHARDSON. Pesquisa social: métodos e técnicas (1999); A.N.S.TRIVIÑOS. Introdução à pesquisa em ciências sociais: A pesquisa qualitativa em educação (1987) e outros como Carlos Rodrigues BRANDÃO. O que é educação?(1982); Paulo FREIRE. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa (2013); José Carlos LIBÂNEO. Pedagogia e pedagogos, para quê? (2005); Edgar MORIN. Salto para o futuro: TVE Brasil (2002); Manuel MOURA.O pensamento de Paulo Freire: uma revolução na educação (1978);Clóvis Roberto dos SANTOS. Educação escolar brasileira: estrutura, administração, legislação.(2011) entre outros.


4. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS

          Considerando que o objetivo deste trabalho seja entender os motivos que levam as pessoas com idade a partir de 40 anos optarem por cursar Pedagogia na Universidade do Estado da Bahia, em Salvador, acredita-se que os dados a serem apresentados  e analisados devam proporcionar um entendimento mais preciso da temática deste trabalho, identificando o perfil sócio- econômico-cultural desses alunos.

REFERÊNCIAS

BRANDÃO, Carlos R. O que é educação?50.ed.São Paulo,Brasiliense,1982.

CHIZZOTTI, Antonio.Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais; 2.ed.Petrópolis,Rio de Janeiro:Ed.Vozes,2008.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 47.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2013.

LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? 12.ed.São Paulo:Ed.Cortez, 2010.

LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 1999.

SANTOS, Clovis Roberto dos. Educação escolar brasileira: estrutura, administração,
legislação.2ªed.São Paulo: Cengage Learning,2011.

TRIVIÑOS, A. N. S. - Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo, Atlas, 1987. 175p.


PLANO DE TRABALHO
FASE 1.  QUADRO  DE  PESQUISA
CONTEÚDO
Construção do Quadro de Pesquisa
ETAPAS
1. Entendimento do Quadro;
2. Preenchimento;
3.Correção;
DURAÇÃO
2 meses
PERIODO
2014.1 (março e abril)
RESULTADOS
Quadro de Pesquisa

FASE 2.  PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
CONTEÚDO
Pesquisas
ETAPAS
4. Pesquisa na Internet;
5. Pesquisa bibliográfica;
6.Fichamento de livros e outras publicações;
DURAÇÃO
4 meses
PERIODO
2014.1 (março a junho/2014)
RESULTADOS
Ensaio pronto: Questão  Problema e Parte da Fundamentação teórica.

FASE 3.  COLETA  E  ANÁLISE DOS DADOS
CONTEÚDO
Visita ao Departamento de Educação da UNEB - Campus I
ETAPAS
7. Busca a permissão, formular questionário, aplicar e fazer a entrevista;
DURAÇÃO
3 meses
PERIODO
2015.1 (março e maio)
RESULTADOS
Análise da entrevista e do questionário

FASE 4.  ELABORAÇÃO  DO  ENSAIO DE TCC2
CONTEÚDO
Produção escrita do TCC
ETAPAS
8. Correção/aproveitamento do material elaborado no TCC1;
9. Escrita do TCC2.
DURAÇÃO
4 meses
PERIODO
2015.1 (abril - julho)
RESULTADOS
TCC pronto

FASES
                     2014.1                                                         2015.1
MAR
ABR
MAI
JUN
MAR
JUN
JUL
AGO
SET
OUT
NOV
Quadro de Pesquisa
X
X









Pesquisa     Bibliográfica
X
X
X
X







Coleta e análise dos dados




X
X
X




Elaboração do ensaio do TCC2





X
X
X
X


Pré-Banca









X

Banca










X