TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I,
60h
Ementa: O trabalho monográfico, construção e integração com os estudos de Pesquisa e Educação, Práticas Pedagógicas e atividades de Estágio Supervisionado. Orientação direcionada ao acompanhamento da redação final do trabalho de monografia de conclusão de curso. Observação das normas técnicas recomendadas pela ABNT. Recomendações quanto ao estilo de redação. Acompanhamento permanente de um professor pesquisador.
Trabalho de
Conclusão de Curso I - disciplina ministrada nas quatro últimas aulas de
Terça-feira, pelo professor Hernani Borges de Barros Pereira.
Estudamos nessa
disciplina : Os
pressupostos teóricos e epistemológicos da investigação científica; O
planejamento do Projeto de Pesquisa; A estrutura da Monografia; As normas da
pesquisa; Abordagens Metodológicas de Pesquisa; Quadro de Pesquisa; Métodos de
Pesquisa;
Atividades
avaliativas nessa disciplina:
1ª Unidade -
planejamento do Projeto de Pesquisa -TCC1
2ª Unidade -
apresentação do Quadro de Pesquisa
3ª Unidade -
apresentação do TCC1.
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O
planejamento do Projeto de Pesquisa: TCC1
- A
escolha do tema e a delimitação do problema.
- Construção
dos objetivos e das questões mobilizadoras da pesquisa.
- Revisão literária. Avaliação das fontes de
consulta. O uso das referências e dos documentos bibliográficos. Construção do
marco teórico.
- Definição
da metodologia. Coleta de dados e o
tratamento analítico.
- Projeto
monográfico ou ensaio.
A
estrutura da Monografia:
Introdução -
contextualização contendo a justificativa, objetivos, delimitação do problema,
descrição da metodologia, citação do referencia teórico e a estrutura dos
capítulos.
Corpo
da monografia - contextualização contendo a definição do problema, apresentação,
exposição e discussão do referencial teórico e dos dados que fundamentam a
explicação do problema. O uso das citações, dos argumentos e dos dados na
fundamentação teórica e na demonstração dos resultados. A organização das
divisões do corpo da monografia.
As normas da pesquisa:
Normas da ABNT relacionadas à apresentação do
Projeto de Pesquisa: citações e referências bibliográficas, notas de rodapé,
apresentação de gráficos e tabelas, referências e outras.
Abordagens Metodológicas:
Abordagens de pesquisa: Qualitativa e Quantitativa
-
Pesquisa Qualitativa - considera
que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo
indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode
ser traduzido em números.
A interpretação dos fenômenos e a atribuição
dos significados são básicas no processo de pesquisa qualitativa.
Não requer o uso de métodos e técnicas
estatísticas.
O ambiente natural é a fonte direta para
coleta de dados e o pesquisador é o instrumento-chave.
É descritiva.
Os pesquisadores tendem a analisar os dados indutivamente.
A origem é nas Ciências Naturais e Ciências
Sociais.
Tem o propósito de investigar fenômenos
sociais e culturais.
Exemplos de
métodos qualitativos são: pesquisa ação,
teoria fundamentada em dados: observação, observação participante, entrevistas,
questionários, documentos, impressões e reações do pesquisador.
Tem como
motivação a habilidade de falar.
Propósito
dos métodos qualitativos - ajudar no entendimento das pessoas e dos contextos
sociais e culturais dentro dos quais elas estão inseridas.
-
Pesquisa Quantitativa
- considera que tudo pode ser quantificável,
o que significa traduzir em números opiniões e informações para classificá-las
e analisá-las.
Requer o uso de recursos e técnicas estatísticas
(percentagem, média, moda, mediana, desvio-padrão, coeficiente de correlação,
análise de regressão, etc.).
A origem é nas Ciências Naturais.
Tem o propósito de investigar fenômenos naturais.
Exemplos de métodos quantitativos - métodos
de inspeção (Survey*), experimentos de laboratório, métodos formais (e.g.
econometria) e métodos numéricos.
*Survey pode significar questionário aplicado
pessoalmente, por correio, por meios digitais, etc.
METODOLOGIA E MÉTODOS DE
PESQUISA
A
metodologia é, por conseguinte a perspectiva a partir da qual o pesquisador
decide estudar um objeto.
Escolher um
método é também adotar uma perspectiva - paradigma - de acordo com qual objeto
de estudo pode melhor ser observado em toda a sua magnitude.
Métodos de pesquisa:
estudo de
caso, pesquisa-ação, pesquisa participante, etnografia, teoria fundamentada em
dados.
Estudo de Caso
- quando
envolve o estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira que se
permita o seu amplo e detalhado conhecimento. O estudo de caso responde às
perguntas: Como? e Por quê?
Pesquisa-ação
- quando
concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de
um problema coletivo.
Pesquisa participante
- quando se
desenvolve a partir da interação entre
pesquisadores e membro das situações investigadas.
QUADRO METODOLÓGICO
1. JUSTIFICAR
a escolha metodológica, porque esta escolha permite uma melhor resposta ao
problema, às perguntas e/ou ao objetivo da pesquisa.
2. INDICAR o método retido - fenomenologia, estudo de caso,
teorização ancorada, etnografia e JUSTIFICAR sua escolha pelo objetivo da
pesquisa e levantamento bibliográfico.
3. APRESENTAR
a posição ou a experiência do pesquisador(a) - na medida em que as
interpretações que serão feitas podem ter sido influenciadas por ela.
4. INDICAR o
procedimento que será seguido para identificar o meio e o acesso aos
participantes-depoentes, entrevistados, etc. Assegurar-se da confidencialidade
dos dados colhidos e SOLICITAR aprovação do Comitê de Ética da
Instituição.
5. DEFINIR
o meio onde far-se-á a pesquisa, participantes, características e número;
circunstâncias e processo, interação, participantes/circunstâncias; onde os
participantes serão observados.
6. APRESENTAR
os instrumentos - entrevista, observação, questionário, análise de documentos
escritos ou materiais audiovisuais adotados e JUSTIFICAR
a sua permanência.
7. DEFINIR
o procedimento de análise de dados em relação ao método escolhido.
8. APRESENTAR as estratégias de validade interna da pesquisa.
9. APRESENTAR
os limites da metodologia adotada.
PONTO DE VISTA DA NATUREZA DA PESQUISA
1. Pesquisa EXPLORATÓRIA
- realizada em área na qual há pouco conhecimento acumulado e sistematizado.
2. Pesquisa DESCRITIVA
- expõe características de determinada
população ou fenômeno.
3.
Pesquisa EXPLICATIVA - identifica os
fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Aprofunda
o conhecimento da realidade, porque explica a razão, o “por que” das coisas.
4. Pesquisa Participante - quando se desenvolve a partir da interação
entre pesquisadores e membros das situações investigadas.
5. Pesquisa QUANTITATIVA
- emprego da quantificação na coleta dos dados e no tratamento deles, por
meio do tratamento estatístico.
6. Pesquisa QUALITATIVA - a coleta e análise dos dados não
é baseada na quantificação; ela analisa e descreve o fenômeno em sua forma
complexa.
7. Pesquisa QUANTI-QUALITATIVA - articula as dimensões quantitativa e qualitativa.
8. Pesquisa BIBLIOGRÁFICA
- é uma etapa fundamental em todo
trabalho científico e fornece o embasamento do trabalho. Consiste no
levantamento, seleção, fichamento e arquivamento de informações relacionadas à
pesquisa àlivros, revistas, jornais, teses, dissertações,
anais, etc. Em qualquer meio impresso, internet, CD, filme... A Pesquisa
Bibliográfica é imprescindível antes de todo e qualquer trabalho científico
fazer uma pesquisa bibliográfica exaustiva sobre o tema em questão.
INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS
Questionário
- garante o
anonimato; padronização de dados; tempo para respostas; facilidade de
computação de dados; inviabilidade de conferência de dúvidas; margem a
respostas padronizadas; restrito a pessoas que dominam a leitura; passível de
interpretações dúbias.
Também chamado de survey (pesquisa ampla), o questionário é um dos procedimentos
mais utilizados para obter informações. É uma técnica de custo razoável,
apresenta as mesmas questões para todas as pessoas, pode conter questões para
atender a finalidades específicas de uma pesquisa.
Aplicada criteriosamente, esta técnica apresenta elevada confiabilidade.
Podem ser desenvolvidos para medir atitudes, opiniões, comportamento,
circunstâncias da vida do cidadão, e outras questões. Quanto à aplicação, os
questionários fazem uso de materiais simples como lápis, papel, formulários,
etc. Podem ser aplicados individualmente ou em grupos, por telefone, ou mesmo
pelo correio. Pode incluir questões abertas, fechadas, de múltipla escolha, de
resposta numérica, ou do tipo sim ou não.
Entrevista
- pode ser
feita em qualquer lugar; dinâmica; fácil de esclarecimentos; pode ser aplicada
a qualquer pessoa; maior tempo para aplicação; sujeito às interferências do
entrevistado; não garante o anonimato do entrevistado; requer treinamento ou
aprendizado.
É um método flexível de obtenção de informações qualitativas sobre um
projeto. Este método requer um bom planejamento prévio e habilidade do
entrevistador para seguir um roteiro de
questionário, com possibilidades de
introduzir variações que se fizerem necessárias durante sua aplicação. Em
geral, a aplicação de uma entrevista requer um tempo maior do que o de
respostas a questionários. Por isso seu custo pode se relevado, se o número de
pessoas a serem entrevistadas for muito grande.
Em contrapartida, a entrevista pode fornecer uma quantidade de
informações muito maior do que o questionário. Um dos requisitos para aplicação
desta técnica é que o entrevistador possua as habilidades para conduzir o
processo. Boas questões e um entrevistador sem habilidades, não fazem uma boa
entrevista.
Observação
Direta - Este método
de coleta de dados baseia-se na atuação de observadores treinados para obter
determinados tipos de informações sobre resultados, processos, impactos, etc.
Requer um sistema de pontuação muito bem preparado e definido, treinamento
adequado dos observadores, supervisão durante aplicação e procedimentos de
verificação periódica para determinara qualidade das medidas realizadas.
Observações realizadas em fases iniciais de um projeto ou mesmo antes de seu
início podem ser de caráter não estruturado, ou seja, realizadas de maneira
informal.
Uma das vantagens desta técnica é que o pesquisador não precisa se
preocupar com as limitações das pessoas em responder às questões. Entretanto, é
um procedimento de custo elevado e difícil de ser conduzido de forma confiável,
principalmente quando se trata da obtenção de dados sobre comportamentos que
envolvem alguma complexidade. Outro ponto a considerar é o problema da
interferência do pesquisador (observador) no comportamento do observado. Além
disto, requer um intenso treinamento do observador.
Registro
Institucional - Uma das
primeiras fontes de informação a serem consideradas é a existência de registros
na própria organização, sob a forma de documentos, fichas, relatórios ou
arquivos em computador. O uso de registros e documentos já disponíveis reduz
tempo e custo de pesquisas para avaliação. Além disto, esta informação é
estável e não depende de uma forma específica para ser coletada. Deve ser
observado que, na maioria das vezes, já existe uma grande quantidade de
informação nas organizações e cujo uso para fins de avaliação tem sido muito
pouco efetivo.
Dependendo do desenvolvimento da cultura organizacional, da estrutura e
funcionamento dos sistemas de informação existentes na instituição, pode haver
alguma dificuldade com esta técnica, pois: (i) nem todos os dados estão
completos (por exemplo: registros de 2 anos atrás não estão completos); (ii) os
dados disponíveis estão excessivamente agregados, dificultando seu uso; (iii)
mudanças de padrões com o tempo inviabilizam a comparação entre dados obtidos
em épocas diferentes e (iv) Dados só são disponíveis para uso confidencial.
Grupo
Focal - Um grupo focal (GF) é um grupo de discussão
informal e de tamanho reduzido (até 12 pessoas), com o propósito de obter
informação qualitativa em profundidade. As pessoas são convidadas para
participar da discussão sobre determinado assunto.
Normalmente, os participantes possuem alguma característica em comum.
Por exemplo: compartilham das mesmas características demográficas tais como
nível de escolaridade, condição social, ou são todos funcionários do mesmo
setor do serviço público.
Os participantes de um GF são incentivados a conversar entre si,
trocando suas experiências, relatando suas necessidades, observações,
preferências, etc. A conversação é conduzida por um moderador, cuja regra
central é incentivar a interação entre os participantes. O moderador incentiva
a participação de todos, evitando que um ou outro tenha predomínio sobre os
demais, e conduz a discussão de modo que esta se mantenha dentro do(s)
tópico(s) de interesse.
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QUADRO DE PESQUISA PARA O TCC1
TÍTULO: ( Tema do TCC)
Educação
Continuada na formação das pessoas a partir de 40 anos que cursam pedagogia na
UNEB / Campus I: Análise de seus motivos.
CRENÇA: (No que acredita para fazer esse trabalho)
A Educação
transforma o homem.
AXIOMA(S): (Uma acertiva, não é
necessário comprovar a veracidade)
A história
de vida de pessoas com mais de 40 anos que voltam a estudar numa universidade,
determina uma educação continuada que abre novos caminhos para o conhecimento.
HIPÓTESE(S): (O que se espera
da pesquisa)
H1 - Essas
pessoas são motivadas porque querem atuar como pedagogos;
H2 -Essas
pessoas são motivadas porque querem se aperfeiçoar a sua formação de
Magistério.
QUESTÃO-PROBLEMA: (O que
inquieta e problematiza a pesquisa)
Quais os motivos
que levam pessoas de mais de 40 anos a retornar aos estudos numa universidade e
optar pelo curso de Pedagogia?
OBJETIVO GERAL: (O que se
pretende alcançar com a pesquisa)
Identificar
os motivos que levam pessoas de mais de 40 anos a retornar aos estudos numa
universidade e optar pelo-* curso de Pedagogia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
(Descrição detalhada do objetivo geral)
Descrever o
perfil social das pessoas com mais de 40 anos no curso de Pedagogia da UNEB;
Relatar os
motivos que levam as pessoas com mais de 40 anos a ingressarem no curso de
pedagogia na UNEB.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
ANÁLISE DAs motivações para formação
superior de pessoas a partir de 40 anos: no curso de Pedagogia na Universidade
do Estado da Bahia - UNEB/Campus I.
Celeste
Maria Fonseca Menezes*
1 INTRODUÇÃO
Este projeto de trabalho consiste no
estudo de dados referentes ao tema acima apresentado e
terá como objeto de estudo alunos(as) a partir de 40 anos, que compõem o curso
de Pedagogia, do Departamento de Educação - Campus I, da UNEB.
Sabemos que, atualmente, com o avanço
da tecnologia tudo muda, muito rápido, e
as pessoas são obrigadas a acompanharem essa mudança: mudança de função, de
emprego, e até mesmo, de ramo do trabalho. Para isso, as pessoas precisam se
aperfeiçoar e aprimorar seus conhecimentos, ir à busca de melhorias.
Aqui entra a educação e o desafio da
educação é preparar essas pessoas para uma nova realidade de vida,
despertando-lhes um olhar crítico sobre o que acontece no mundo, criando o
desejo de aumentar seus conhecimentos,
seguir novos rumos, acreditar em si.
A crença é um estado mental em que o
ser humano acredita em algo ou alguém. É a convicção profunda sobre determinado
fato ou acontecimento. O ser humano precisa ter no que acreditar. É uma
perspectiva em que ele procura acreditar
em algo que lhe dê prazer e não lhe cause desconforto ou decepções.
Nesse sentido, a realidade que vivemos
é de custo-benefício, em que fazemos algo que nos dê vantagem. A credibilidade
e a confiança são fatores que nos dão segurança no caminho que precisamos
trilhar. Portanto, a crença para a elaboração desse trabalho é a concepção de
que a educação transforma o homem em transformador do mundo. A educação é
específica do ser humano, só existe nele e para ele.
1.1 TEMA
Dentro desse contexto, o tema a ser
trabalhado é “Análise das motivações na formação de pessoas a partir de 40 anos:
no curso de Pedagogia na Universidade do Estado da Bahia - UNEB/Campus I.
1.2
QUESTÃO-PROBLEMA
Nesse contexto, foi delineada a
seguinte questão-problema: Quais os motivos que levaram pessoas a partir de 40 anos a optarem pelo
curso de Pedagogia na Universidade do Estado da Bahia - UNEB/Campus I?
1.3
OBJETIVOS
1.3.1 Objetivo Geral
Esse
projeto de trabalho tem como objetivo geral identificar os motivos que levaram
as pessoas com idade a partir de 40 anos
retornarem aos estudos no curso superior de Pedagogia.
1.3.2 Objetivos Específicos
Esse trabalho tem ainda como objetivoS
especificoS identificar o perfil social,
desses alunos, bem como, descrever os fatores de ordem pessoal, social e
profissional que contribuíram para o ingresso dessas pessoas no curso
supracitado.
1.4
JUSTIFICATIVA
Justifica-se a realização desse
trabalho, por acreditar na necessidade, no interesse das pessoas em querer
mudar o seu cenário de vida, ampliar seus horizontes, com aprendizagens e
melhores condições, qualificando-se pessoal, profissional e científico, enfim,
uma nova realidade de vida.
1.5 HIPÓTESE
Partimos da hipótese que fatores de ordem pessoaL social e
profissional contribuem para o ingresso dessas pessoas com idade a partir de 40
anos, no curso de Pedagogia, da Universidade do Estado da Bahia - UNEB, campus
I.
2 METODOLOGIA
Quanto à metodologia, para o estudo
do tema, será utilizada a abordagem qualitativa complementada de dados
quantitativos que surgiram nesse primeiro momento da pesquisa. Foi solicitada
por meio de um requerimento, à Secretaria Acadêmica do Departamento de
Educação, Campus I, uma lista com os nomes dos estudantes com idade a partir de
40 anos matriculados na UNEB, porém, as informações concedidas se limitavam
apenas a dados quantitativos.
Contudo, a pesquisa será desenvolvida
predominantemente qualitativa, a qual terá como principal fonte de dados, os relatos
e história de vida social e escolar coletadas durante as entrevistas.
Para coleta de informações será
utilizada a entrevista, com o auxílio de um roteiro preliminar contendo dados
de identificação fictícia, faixa etária, nível sócio-cultural-econômico e
perspectiva sobre o curso de pedagogia da UNEB e mais oito questões
relacionadas à história de vida escolar de cada pessoa entrevistada.
3 REFERENCIAL TEÓRICO
Para o desenvolvimento desse projeto,
um levantamento bibliográfico é necessário, pois requer a leitura de autores da
metodologia científica, no que se refere à abordagem de pesquisa, à
técnica, ao instrumento e ao tipo de
pesquisa a serem utilizados no trabalho, como também teóricos que defendem a
história de vida, a história da educação, a educação continuada e outros
conceitos inerentes ao tema desse projeto.
Sendo assim, serão consultados para o
desenvolvimento desse projeto, teóricos como: Antonio CHIZZOTTI. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e
sociais (2008); Antonio Carlos GIL. Métodos e técnicas de pesquisa
social(1999);Antonio Carlos GIL. Como
elaborar projetos de pesquisa (2002);Menga Lüdke e Marli André. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas (1986); Roberto J.
RICHARDSON. Pesquisa social: métodos
e técnicas (1999); A.N.S.TRIVIÑOS. Introdução
à pesquisa em ciências sociais: A pesquisa qualitativa em educação (1987) e
outros como Carlos Rodrigues BRANDÃO. O
que é educação?(1982); Paulo FREIRE. Pedagogia
da autonomia: saberes necessários à prática educativa (2013); José Carlos
LIBÂNEO. Pedagogia e pedagogos, para quê? (2005); Edgar MORIN. Salto para o futuro: TVE Brasil (2002);
Manuel MOURA.O pensamento de Paulo
Freire: uma revolução na educação (1978);Clóvis Roberto dos SANTOS. Educação escolar brasileira: estrutura,
administração, legislação.(2011) entre outros.
4. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
Considerando que o objetivo deste
trabalho seja entender os motivos que levam as pessoas com idade a partir de 40
anos optarem por cursar Pedagogia na Universidade do Estado da Bahia, em
Salvador, acredita-se que os dados a serem apresentados e analisados devam proporcionar um
entendimento mais preciso da temática deste trabalho, identificando o perfil
sócio- econômico-cultural desses alunos.
REFERÊNCIAS
BRANDÃO, Carlos R. O que é educação?50.ed.São Paulo,Brasiliense,1982.
CHIZZOTTI, Antonio.Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais; 2.ed.Petrópolis,Rio
de Janeiro:Ed.Vozes,2008.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes
necessários à prática educativa. 47.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2013.
LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? 12.ed.São Paulo:Ed.Cortez, 2010.
LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D.
A. Pesquisa em educação: abordagens
qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa
social: métodos e técnicas. 3.
ed. São Paulo:
Atlas, 1999.
SANTOS, Clovis Roberto dos. Educação escolar brasileira: estrutura,
administração,
legislação.2ªed.São Paulo: Cengage Learning,2011.
TRIVIÑOS, A. N. S. - Introdução à pesquisa em ciências sociais: a
pesquisa qualitativa em educação. São Paulo, Atlas, 1987. 175p.
PLANO DE
TRABALHO
|
FASE 1. QUADRO DE
PESQUISA
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|
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CONTEÚDO
|
Construção do Quadro de Pesquisa
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ETAPAS
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1. Entendimento do Quadro;
2. Preenchimento;
3.Correção;
|
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DURAÇÃO
|
2 meses
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|
PERIODO
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2014.1 (março e abril)
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|
RESULTADOS
|
Quadro de Pesquisa
|
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FASE 2. PESQUISA
BIBLIOGRÁFICA
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|
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CONTEÚDO
|
Pesquisas
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ETAPAS
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4. Pesquisa na Internet;
5. Pesquisa bibliográfica;
6.Fichamento de livros e outras publicações;
|
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DURAÇÃO
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4 meses
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PERIODO
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2014.1 (março a junho/2014)
|
|
RESULTADOS
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Ensaio pronto: Questão
Problema e Parte da Fundamentação teórica.
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|
FASE 3. COLETA E
ANÁLISE DOS DADOS
|
|
|
CONTEÚDO
|
Visita ao Departamento de Educação da UNEB - Campus I
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ETAPAS
|
7. Busca a permissão, formular questionário, aplicar e
fazer a entrevista;
|
|
DURAÇÃO
|
3 meses
|
|
PERIODO
|
2015.1 (março e maio)
|
|
RESULTADOS
|
Análise da entrevista e do questionário
|
|
FASE 4.
ELABORAÇÃO DO ENSAIO DE TCC2
|
|
|
CONTEÚDO
|
Produção escrita do TCC
|
|
ETAPAS
|
8. Correção/aproveitamento do material elaborado no TCC1;
9. Escrita do TCC2.
|
|
DURAÇÃO
|
4 meses
|
|
PERIODO
|
2015.1 (abril - julho)
|
|
RESULTADOS
|
TCC pronto
|
|
FASES
|
2014.1 2015.1
|
||||||||||
|
MAR
|
ABR
|
MAI
|
JUN
|
MAR
|
JUN
|
JUL
|
AGO
|
SET
|
OUT
|
NOV
|
|
|
Quadro de Pesquisa
|
X
|
X
|
|
|
|
|
|
|
|
|
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|
Pesquisa Bibliográfica
|
X
|
X
|
X
|
X
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Coleta e análise
dos dados
|
|
|
|
|
X
|
X
|
X
|
|
|
|
|
|
Elaboração do
ensaio do TCC2
|
|
|
|
|
|
X
|
X
|
X
|
X
|
|
|
|
Pré-Banca
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
X
|
|
|
Banca
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
X
|
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