SeminárioS TemáticoS de Educação III:PROCESSO
DE CRIAÇÃO E EDUCAÇÃO, 30h
Ementa: Teorias e processos de criação em arte e educação. Elementos propiciadores dos processos de criação individuais e grupais. O percurso pessoal e coletivo de criação. A cultura e a criação. Suas relações com os ambientes de aprendizagem escolar e outros. Formas de integração local e regional às estruturas formais e não formais de arte, ludicidade e de educação.
SeminárioS TemáticoS de Educação III: Processo de Criação E Educação - disciplina
ministrada nas duas últimas aulas de Quarta-feira, pelo professor Aldo Trípode;
Estudamos nessa
disciplina :
Conceito de Arte; Conceito de Estética; Problemas da estética: o processo
artístico; A obra de Marat; Frida Kahlo. História da Arte Moderna, e outros
textos.
Atividades
avaliativas nessa disciplina:
1ª Unidade - Análise da obra: "A Morte de
Marat" de Jacques - Louis David; de Badry; e "Tributo a Marat" de Munch.
2ª Unidade - Resumo sobre Problemas da estética: o processo artístico;
3ª Unidade - Processo artístico de Frida
Kahlo
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Análise da obra:"A Morte de
Marat" de Jacques - Louis David; de Badry; e “Tributo a Marat” de Munch.
Jean-Paul Marat - foi um médico, filósofo,
teorista político e cientista mais conhecido como jornalista radical e político
da Revolução Francesa. Nasceu em 24 de maio de 1793, Paris-França.
Marat em vida, era um homem radical e
impetuoso. Além disso, sofria de uma doença de pele, que deformava as suas
feições. Mas no quadro de Jacques-Louis David, Marat é retratado jovem e belo,
com uma expressão serena no rosto.
"A Morte de
Marat" de Jacques - Louis David. (versão Neo-clássica)
O quadro “ A Morte de Marat” representa um
acontecimento emblemático da Revolução Francesa: o assassinato de um dos seus
chefes políticos.
Jean-Paul Marat, amigo pessoal de David, tinha uma doença de pele especialmente
dolorosa que o obrigava a permanecer dentro de uma banheira durante o dia
enquanto trabalhava. Um dia Charlotte Corday entrou no aposento com o pretexto
de entregar uma mensagem e o assassinou, encerrando-lhe uma faca no peito.
Para David, este quadro foi concebido como um
monumento para um homem que foi simultaneamente herói, mártir e amigo. À força
pictórica da obra extremamente realista de David adiciona-se o fato de que o
pintor foi amigo de Marat, dado que acrescenta sem dúvida carga emotiva à
fruição.
"A Morte de
Marat" de Paul Jacques Aime Badry
Paul Jacques Aime Badry realizou uma
releitura do quadro de Jacque-Louis David, desta vez trazendo Charlotte Corday
presente na cena. As feições de Marat são monstruosas, enquanto é bela e
serena. Apenas suas mãos crispadas denunciam o seu nervosismo.
“Tributo a Marat” de Eduard Munch.
(1907)[Olhar expressionista]
Sob o olhar
expressionista de Munch, distante de seu tema no tempo e no espaço –, as
pinceladas livres e as cores vivas posicionam a figura de Charlotte Corday no
primeiro plano da composição. A criminosa se apresenta estranhamente para integrar
à cena. No quadro de Munch, o ambiente, sofre
uma brusca deformação da perspectiva. O corpo morto de Marat parece elevar-se,
flutuar, sobre o leito que ocupa, enquanto a mulher, em sua postura imóvel,
entrega-se, resignada, convicta, uma vez o crime concluído.
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OS PROBLEMAS DA ESTÉTICA -
Luigi Pareyson
O PROCESSO ARTÍSTICO
Luigi Pareyson (1918-1991) Filósofo italiano existencialista, Em “Os problemas da
Estética” (1966) defende sua teoria da formatividade (1954), como solução a
antinomias (dilemas, contradições)clássicas da Teoria da arte (1965).
1. A lei da arte: Qual é a lei
da Arte?
• Antigamente, defendia-se a imitação da natureza como princípio
da arte;
• Entre a era medieval e a renascença, propunha-se a beleza
(harmonia, perfeição interna, unidade) como lei artística.
• O romantismo contrapôs-se à ideia de beleza como lei, criticando
os seus modelos tradicionais (em detrimento da intuição e da livre criação);
• Diferença importante entre a representação de objetos belos e a
representação bela dos objetos.
Para Pareyson, a beleza não é um parâmetro de criação artística,
mas o seu resultado– dizer que uma obra é bela significa reconhecer o seu êxito
enquanto arte, e nada mais.
O princípio de que a beleza não é lei mas resultado da arte: não
seu objeto ou fim, mas seu efeito e êxito. Não que a obra de arte seja
artística porque bela, mas é bela porque é artística: o artista deve
preocupar-se não com seguir a beleza, mas com fazer a obra, e se esta lhe sai
com êxito, então terá conseguido o belo.
Antinomia:
• A atividade artística é livre criação (invenção, novidade,
imprevisibilidade). A arte é arte pela ausência de legislação;
• Mas a arte implica em rigor e avaliação, pois obras de arte
podem ser (e muitas são) malsucedidas. Há algo que governa o seu êxito.
Solução dessa antinomia: na arte, a
lei geral é a regra individual da obra a ser feita. Implicações:
• Não há lei artística senão a regra individual da obra. Em todas
as outras atividades, o êxito é determinado pela conformidade a alguma lei
universal, mas o êxito da arte o é somente pela lei interna; A única lei da arte é o critério do êxito. O
belo é exitoso, causa emoção.
• O artista é livre não só para criar a obra, mas também cria a
própria regra que a rege. Entretanto, sujeita-se a essa mesma lei – a regra
individual torna-se uma lei rígida.
2. A formação da obra: invenção e execução.
Por séculos, o processo de formação da obra de
arte não foi objeto de preocupação filosófica. Isso só começou a mudar quando
os próprios artistas começaram a meditar especulativamente sobre o assunto:
- Johann
Wolfgang von Goethe (escritor e dramaturgo alemão);
- Edgar
Allan Poe (poeta e crítico inglês);
- Gustav
Flaubert (escritor francês);
- Paul
Valéry (poeta e filósofo francês).
Alguns
consideram que a obra de arte nasce antes da sua materialização. Como por
exemplo:
• Para
Benedetto Croce, o processo artístico seria uma cópia de uma invenção interna
(concepção), anterior e distinta enquanto processo. Em primeiro lugar, há a
ideação de uma imagem interior, já acabada e formada, e depois a realização
dessa figura numa matéria física.
Essa tese
minimiza a importância da execução – já que a concepção completaria a forma,
restando à realização a tarefa de simplesmente reproduzi-la.
Outros
consideram que a obra de arte só nasce como resultado da atividade de
realização.
• O ensaísta francês Alain (Émile-Auguste
Chartier) afirma que o processo artístico é essencialmente realização: a
invenção e a concepção são absorvidas na própria realização; a imagem é
encontrada somente na conclusão da execução e na verdade, só existe quando a
execução é ultimada..
Essa
concepção não explica como uma realização ao acaso poderia ser inventiva,
bem-sucedida e coerente.
Essas duas
concepções são opostas: para a primeira, o artista é primeiro inventor, e
depois copiador da própria obra, porque ela precede a sua execução, enquanto,
para a segunda, mais que inventor da sua obra o artista é seu espectador,
porque ela nasce quando ele já terminou o seu trabalho; para a primeira, a
execução é um caminho seguro, já traçado, que consiste no reproduzir
externamente uma imagem interior, e para a segunda, uma aventura que não se
sabe como irá terminar, e na qual para aquilo que está por fazer o único guia é
aquilo que já está feito.
3. Criação e descoberta : tentativa e organização. O processo artístico
é uma criação ou uma descoberta?
. Há os que,
romanticamente, afirmam que a obra é resultado de uma criação absoluta do
artista. De fato, o artista é o único autor da sua obra.
Por outro
lado, há os que sustentam que no fundo, a obra já existe, e o artista não tem
outra coisa a fazer senão procurar descobrí-la : ela é uma realidade escondida,
que o artista tem o privilégio de saber encontrar e desvelar.
Pareyson
considera o processo artístico como uma síntese da atividade criadora e do
desenvolvimento orgânico.
Do ponto de vista do artista, com a obra em construção,
tudo depende dele. Do ponto de vista da obra acabada, o processo artístico é um
“desenvolvimento orgânico”, um processo unívoco que vai da concepção inicial ao
seu acabamento. A inevitabilidade dessa
trajetória só se percebe a posteriori; o artista a desconhece no processo de
produção, mas a reconhece quando termina e relembra. Assim, o processo
artístico é uma dialética entre a livre iniciativa do artista e a teleologia
interna do êxito – o artista é considerado um verdadeiro criador por produzir
uma forma tão independente que se impõe a ele mesmo.
4. Inspiração e trabalho. O processo artístico é inspiração
(êxtase, furor) ou trabalho (fadiga, esforço)?
Na
mentalidade romântica, é o decurso da criatividade absoluta, irrestrita. Opõe-se
a ela a concepção da produção como tarefa rigorosa e calculada, que requer
dedicação e aprendizado.
Pareyson
considera que esses extremos não são leis universais, mas modi operandi
diferentes – uma poética da arte espontânea (acusada de desordem), outra da
arte polida (acusada de frieza). Entretanto, ambos aspectos são necessários em
alguma medida – o “germe” da obra vem da inspiração e a trajetória individual
das escolhas do artista implica em rigor.
5. Relações entre o processo artístico e a obra de arte . A avaliação da arte deve levar em conta o processo artístico, ou
ater-se somente à própria obra acabada?
Segundo
Valéry e Poe, ao apreciador só importaria a obra acabada, definitiva - o
processo artístico seria uma simples etapa de preparação da obra.
O problema é
que a perfeição da obra é a conclusão, a maturação de um movimento, uma
“perfeição dinâmica”, um perfazer. Outros consideram tal atividade essencial à
avaliação artística, como os críticos “variantistas” (que comparam diferentes
versões da mesma obra) – o valor da obra deve levar em conta sua gênese.
Esse ponto
de vista confundiria o processo concluído na obra com a sua trajetória de
gênese. Para Pareyson este é um falso dilema, pois o processo artístico
encontra-se incrustrado na obra finalizada, são, portanto, inseparáveis.
6. Definitividade ou abertura : O processo artístico encerra-se com
a obra ou continua?
Há quem diga
que a obra seria fundamentalmente incompleta e solicitaria do leitor uma participação
criativa, complementando a obra.
Mas o plano
da estética não é o da poética: há uma poética do inacabado, da sugestão, mas
isso não se confunde com o limite necessário entre autor e leitor – esse limite
é a forma fechada em si, a obra.
Pareyson
acredita que só a obra completa pode estimular a interpretação – mesmo se o
programa exige uma indeterminação, uma vagueza, essas exigências são partes da
forma da obra, que deve perfazê-las, concluí-las.
PAREYSON, Luigi. Os
problemas da estética. Trad. Maria Helena Nery Garcez. São Paulo: Martins
Fontes 1997
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Magdalena
Carmen Frida Kahlo y Calderon - Uma das personagens mais marcantes da história do México. Declarada patriota, comunista e revolucionária Frida Kahlo,
como ficou conhecida, teve uma vida de superações e sofrimentos refletidos em
sua obra que a tornaram uma das maiores pintoras do século.
Frida Kahlo, nascida em 6 de julho de 1907 em Coyoacan, México, filha do fotógrafo
judeu-alemão Guillermo Kahlo e de Matilde Calderon y Gonzales, mestiça, sempre
foi apaixonada foi
pela cultura de seu país e adorava tudo que remetesse às tradições mexicanas.
Fato que ela demonstrava em sua maneira
de se vestir e em seu trabalho ao incluir elementos da cultura popular.
Em seu diário, publicado em 1995 , traduzido para diversas línguas, e em
sua autobiografiapublicada
em 1953, Frida deixou registro de suas dores e suas frustrações pela
infidelidade do marido, por quem era apaixonada, e pela impossibilidade de ter
filhos. Toda sua obra, composta na sua maioria, por autorretratos, reflete essa
condição.
Sua primeira tragédia aconteceu quando ela tinha seis anos, uma poliomielite
a deixou de cama por vários dias. Como sequela, Frida ficou com um dos pés atrofiado
e uma perna mais fina que a outra. Porém,
o fato trágico que mudou sua vida, aconteceu quando ela tinha dezoito anos.
Nesse tempo, Frida estudava
medicina na primeira turma feminina da escola Preparatória Nacional. No dia 17 de setembro de 1925, na volta para casa, ela
e seu noivo Alejandro Goméz Arias, sofreram um grave acidente de ônibus que a
deixou a beira da morte. Transpassada por uma barra de ferro pelo abdômen,
sofreu múltiplas fraturas, inclusive na coluna vertebral. Frida levou vários meses para se recuperar. Foram
necessárias 35 cirurgias e mesmo depois da recuperação ela teve complicações
por causa do acidente pelo resto de sua vida. Frida relata: “E a sensação nunca mais me
deixou, de que meu corpo carrega
em si todas as chagas do mundo.”
Durante sua recuperação, surgiu a pintora Frida Kahlo. Sua mãe a ajudou
colocando um espelho sobre sua cama e um cavalete adaptado para que ela pudesse
pintar deitada mesmo. E assim, Frida fez
seu primeiro auto-retrato dedicado a Alejandro que a havia abandonado:
“Auto-retrato com vestido de Terciopelo”. Obstinada em pintar auto-retratos, pintou 55 ao todo, que representam um terço de toda
sua obra, que ela justificava dizendo: “Pinto a mim mesma porque sou sozinha e
porque sou o assunto que conheço melhor”.
Dois anos depois do acidente Frida leva três
de seus quadros a Diego Rivera,
um famoso pintor da época que ela conhecera quando frequentava a Escola
Preparatória Nacional em 1922, para que os analisasse. O resultado desse
encontro culminou no amor de ambos e na revelação de uma grande artista.
Em 21 de
agosto de 1929 se casaram, Frida com 22 anos e Rivera com 43, dando
início a um relacionamento dos mais extravagantes da história da arte. Em 1930
Frida engravidou e sofreu seu primeiro aborto. Ficou muito abalada pela
impossibilidade de levar adiante uma gravidez. Sobre essa dor, confessou:
“Pintar completou minha vida. Perdi três filhos e uma série de outras coisas
que teriam preenchido minha vida pavorosa”.
No mesmo ano, recuperada sua mobilidade, porém com limitações e tendo que usar frequentemente um colete de gesso, Frida Kahlo acompanha Diego em suas viagens aos EUA revelando seu talento para o resto do mundo e encantando a todos com seu jeito irreverente e único.
No mesmo ano, recuperada sua mobilidade, porém com limitações e tendo que usar frequentemente um colete de gesso, Frida Kahlo acompanha Diego em suas viagens aos EUA revelando seu talento para o resto do mundo e encantando a todos com seu jeito irreverente e único.
Em 1932, Frida vivenciou mais acontecimentos tristes. Sofreu seu segundo
aborto, foi hospitalizada em Detroit (EUA), e sua mãe faleceu de câncer no dia
15 de setembro do mesmo ano. Em 1934, de volta ao México, Frida sofreu mais um novo
aborto e ainda teve os dedos do pé direito amputados. Seu relacionamento com
Rivera piora e ele a trai com sua irmã mais nova, Cristina. No ano seguinte, se
separam e Frida conhece o escultor Isamu Noguchi com quem teve um caso, mas
logo, se reconcilia com Rivera e voltam a morar juntos no México.
Em 1936, Frida passou por novas cirurgias no pé, além das persistentes
dores de coluna, teve problemas de úlcera, anorexia e ansiedade. Apesar de
tudo, em 1937, Frida conheceu Leon Trotski que se refugiou em sua casa em
Coyoacan, junto com a esposa Natalia Sedova. Trotski foi seu mais famoso caso
de amor.
Em 1938, Frida Kahlo conheceu André Breton,
escritor, poeta e famoso teórico do surrealismo,que se encantou por sua obra e lhe
apresentou Julian Levy, colecionador e dono de uma galeria em Nova York,
responsável por organizar a primeira exposição individual de Frida, realizada
em 1939.
A exposição foi um sucesso e Frida logo estava realizando exposições em
Paris onde conheceu grandes artistas como Pablo Picasso, Kandinsky, Marcel
Duchamp, Paul Eluard e Max Ernst.
Frida foi a primeira pintora mexicana a ter um de seus quadros expostos
no Museu do Louvre, mas foi apenas em 1953, um ano antes de sua morte, que ela
conseguiu realizar uma exposição de suas obras na Cidade do México.
Ainda em 1939 Frida e Diego se separam novamente, desta vez oficialmente,
mas voltam a se casar em 8 de dezembro do ano seguinte.
Em 1941 faleceu seu pai, Guillermo Kahlo. Frida e Diego mudam-se para a
“Casa Azul”, hoje um museu em sua homenagem. Em 1942 ela começou a escrever seu
famoso diário onde escreveu todas as suas dores e pensamentos em um emaranhado
de textos propositadamente sobrepostos, cheios de ilustrações e cores.
De 1942 a
1950 Frida é eleita membro do Seminário de Cultura do México, passou a dar
aulas na escola de arte “La Esmeralda”, mas sua saúde cada vez piorando a obrigou
a lecionar em casa mesmo. Com o quadro “Moisés”, Frida ganhou o Prêmio Nacional
de Pintura concedido pelo Ministério da Cultura do México. Nesse tempo ela teve
necessidade de fazer mais de seis cirurgias e passou a usar um colete de ferro
que quase a impedia de respirar permanecendo longos períodos no hospital,
chegando a usar uma cadeira de rodas.
Em agosto de 1953 Frida teve sua
perna amputada na altura do joelho devido a uma gangrena. Mais uma dor Frida escreve em seu diário:''Amputaram-me
a perna há 6 meses, deram-me séculos de tortura e há momentos em que quase
perco a razão. Continuo a querer me matar. O Diego é que me impede de o fazer,
pois a minha vaidade faz-me pensar que sentiria a minha falta. Ele disse-me
isso e eu acreditei. Mas nunca sofri tanto em toda a minha vida. Vou esperar
mais um pouco...''.
Nesse mesmo diário Frida também desenhou uma coluna cercada por espinhos
com a legenda: “Pés, para que os quero se tenho asas para voar.” Revelando a
ambiguidade de seus sentimentos com relação a todo seu sofrimento.
A ideia da morte parecia tranquilizar Frida que teve uma vida tão
conturbada e constantemente ela se refere a isso em seu diário e em sua
autobiografia, porém mais do que nunca, ela tenta se agarrar a vida, pois como
ela dizia: “...a tragédia é o mais ridículo que há...” e “...nada vale mais do
que a risada...” .
A sua condição delicada não a impediu de participar, mesmo em uma
cadeira de rodas de uma manifestação contra a intervenção norte-americana na
Guatemala em 1954. E na noite de 13 de julho daquele mesmo ano Frida Kahlo é
encontrada morta em seu leito.
A versão oficial divulgou que ela teve morte por embolia pulmonar, mas suas últimas palavras em seu diário foram: “Espero a
partida com alegria... e espero nunca mais voltar... Frida.”.
Em 2002 foi lançado o filme "Frida" com a atriz Salma Hayeck
no papel da personagem principal e Alfred Molina no papel de Diego Rivera. A
direção é de Julie Taymor e o filme recebeu dois Oscar por melhor maquiagem e
trilha sonora.
Fontes
http://fkahlo.com/#
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT512470-1661,00.html
http://fkahlo.com/#
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT512470-1661,00.html




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